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	<title>iBlogeek &#187; iPhone</title>
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		<title>Untethered jailbreak disponível para todos os iPads, iPhones e iPods touch</title>
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		<pubDate>Mon, 03 May 2010 13:27:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leo Borges</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Comex liberou o Spirit, ferramenta de jailbreak untethered para todos os modelos de iPhones, iPods touch e iPads, nas versões 3.1.2, 3.1.3 e 3.2. Para entender um pouco mais sobre a diferença entre tethered jailbreak e untethered jailbreak, leia o artigo que preparei. Se você estiver utilizando um tethered jailbreak atualmente, como o blackra1n, será [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Comex liberou o Spirit, ferramenta de jailbreak untethered para todos os modelos de iPhones, iPods touch e iPads, nas versões 3.1.2, 3.1.3 e 3.2. Para entender um pouco mais sobre a diferença entre tethered jailbreak e untethered jailbreak, <a href="http://www.iblogeek.com/2010/04/novo-na-cena-entenda-os-conceitos-basicos.html">leia o artigo que preparei</a>.</p>
<p><span id="more-10605"></span></p>
<p>Se você estiver utilizando um tethered jailbreak atualmente, como o blackra1n, será necessário dar um restore no aparelho. Lembro que tenha muito cuidado com esse passo se você precisa do unlock (desbloqueio)! O Spirit é uma ferramenta de JAILBREAK e não de UNLOCK. Então, para manter seu aparelho desbloqueável, utilize uma versão do firmware que funcione com a ferramenta de desbloqueio que você utiliza. <a href="http://www.iblogeek.com/2010/04/novo-na-cena-entenda-os-conceitos-basicos.html">Leia mais sobre isso neste artigo</a>.</p>
<p>O seu aparelho precisa estar ativado, ou seja, não pode estar preso na tela para conectar ao iTunes ou na tela de chamada de emergência. Apesar disso, ele funciona com qualquer versão do iTunes 9, incluindo a última, 9.1.1. Comex pede para syncar o aparelho com o iTunes antes de efetuar o jailbreak.</p>
<p>O jailbreak no iPad ainda está em fase beta. Alguns pacotes do Cydia, que não foi desenvolvido para ter compatibilidade com o iPad, podem estragar o seu sistema e pedir um novo restore, então tenha cuidado. Além disso, a aparência do Cydia ainda não é a final.</p>
<p>O Spirit pode ser baixado gratuitamente no <a href="http://spiritjb.com/" onclick="urchinTracker('/outgoing/spiritjb.com/?referer=');">http://spiritjb.com/</a></p>
<p>Existem versões compatíveis com <a href="http://spiritjb.com/mac" onclick="urchinTracker('/outgoing/spiritjb.com/mac?referer=');">MAC</a> e <a href="http://spiritjb.com/win" onclick="urchinTracker('/outgoing/spiritjb.com/win?referer=');">WINDOWS</a> no site.</p>
<p>Em breve mais informações sobre a ferramenta!</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Conectando ao iPhone e iPod via USB ou SSH</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 21:11:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leo Borges</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje eu ia fazer um tutorial legal para os gamers com iPods e iPhones jaibroken, quando percebi que, antes disso, era necessário falar um pouco sobre a conectividade entre o computador e o iPhone, para que seja possível fazer a transferência de arquivos. Eu poderia resgatar uns tutoriais antigos, mas algumas coisas mudaram (e alguns [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Hoje eu ia fazer um tutorial legal para os gamers com iPods e iPhones jaibroken, quando percebi que, antes disso, era necessário falar um pouco sobre a conectividade entre o computador e o iPhone, para que seja possível fazer a transferência de arquivos. Eu poderia resgatar uns tutoriais antigos, mas algumas coisas mudaram (e alguns programas também!). <strong>Sei que o assunto já foi amplamente discutido em diversos blogs, inclusive aqui no blog, via <a href="http://www.iblogeek.com/2008/01/veja-os-arquivos-e-pastas-do-seu-ipod-touch-via-wifi-sftp.html">SFTP</a></strong><strong> ou <a href="http://www.iblogeek.com/2008/09/tutorial-transfira-apps-via-usb-e-mude-permissoes-pelo-ipodiphone.html">USB</a>, mas estou criando esta referência para linkar nos meus próximos tutoriais, já que boa parte deles vão utilizar o método descrito neste post, já que esses últimos tutoriais possuem mais ou menos 2 anos.<span id="more-10572"></span></strong></p>
<p>Existem duas formas recomendadas para fazer a conexão do computador com o iPhone e ter acesso à partição <em>root</em> do sistema: via USB ou SSH. Falarei rapidamente sobre o método USB, mas o foco mesmo será na conexão via SSH.</p>
<h2><strong>Conectando ao iPhone via USB</strong></h2>
<p>A primeira forma, via USB, normalmente utiliza aplicativos pagos. Alguns aplicativos que fazem isso são: <a href="http://www.digidna.net/products/diskaid" onclick="urchinTracker('/outgoing/www.digidna.net/products/diskaid?referer=');">DiskAid</a> (Win/Mac), <a href="http://www.ecamm.com/mac/phoneview/" onclick="urchinTracker('/outgoing/www.ecamm.com/mac/phoneview/?referer=');">PhoneView</a> (Mac) ou o freeware <a href="http://code.google.com/p/iphonebrowser/" onclick="urchinTracker('/outgoing/code.google.com/p/iphonebrowser/?referer=');">iPhoneBrowser</a> (Win). Ele aparenta ser bom, mas não tenho como testá-lo por aqui (e nem vou virtualizar um Windows no Mac só para isso).</p>
<div id="attachment_10573" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-10573" href="http://www.iblogeek.com/2010/04/conectando-ao-iphone-via-usb-ou-ssh.html/screen-shot-2010-04-28-at-3-30-49-pm"><img class="size-medium wp-image-10573" title="Screen shot 2010-04-28 at 3.30.49 PM" src="http://www.iblogeek.com/wp-content/uploads/2010/04/Screen-shot-2010-04-28-at-3.30.49-PM-300x235.png" alt="" width="300" height="235" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 1: DiskAid conectado ao meu iPhone 3G, acessando a pasta /System/Library</p></div>
<div id="attachment_10574" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-10574" href="http://www.iblogeek.com/2010/04/conectando-ao-iphone-via-usb-ou-ssh.html/screenshot-1-90"><img class="size-medium wp-image-10574" title="ScreenShot.1.90" src="http://www.iblogeek.com/wp-content/uploads/2010/04/ScreenShot.1.90-300x250.png" alt="" width="300" height="250" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 2: iPhoneBrowser para Windows acessando a pasta Ringtones e mostrando as opções de ir para determinada pasta.</p></div>
<p>Se você está utilizando a versão 3.1.2 e fez o jailbreak pelo blackra1n, provavelmente terá um problema a tentar acessar a partição <em>root</em> do seu aparelho. Isso porque Geohot programou o blackra1n de forma que ele não adicionava o serviço afc2.</p>
<div id="attachment_10575" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-10575" href="http://www.iblogeek.com/2010/04/conectando-ao-iphone-via-usb-ou-ssh.html/screen-shot-2010-04-28-at-3-56-53-pm"><img class="size-medium wp-image-10575" title="Screen shot 2010-04-28 at 3.56.53 PM" src="http://www.iblogeek.com/wp-content/uploads/2010/04/Screen-shot-2010-04-28-at-3.56.53-PM-300x142.png" alt="" width="300" height="142" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 3: Geohot assumindo a causa do problema com os aparelhos sem acesso à partição root via USB.</p></div>
<p>Para contornar o problema, basta abrir o Cydia, instalar o afc2add e reiniciar o aparelho. Agora abra o DiskAid (ou similar) e acesse normalmente a partição <em>root</em>.</p>
<h2><strong>Conectando ao iPhone via wifi</strong></h2>
<p>O segundo método é o acesso via Secure Shell ou, simplesmente, SSH. O SSH é um protocolo de rede que permite a conexão entre computadores, permitindo a execução de comandos em uma unidade remota. Eu vou dividir essa conexão SSH em duas partes: shell e sftp.</p>
<p>A função shell, que não vou aprofundar neste post, me permite acessar o iPhone pelo terminal do Mac OS e enviar comandos remotamente para o iPhone, conforme demonstrado na imagem abaixo.</p>
<div id="attachment_10576" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-10576" href="http://www.iblogeek.com/2010/04/conectando-ao-iphone-via-usb-ou-ssh.html/screen-shot-2010-04-28-at-4-17-01-pm"><img class="size-medium wp-image-10576" title="Screen shot 2010-04-28 at 4.17.01 PM" src="http://www.iblogeek.com/wp-content/uploads/2010/04/Screen-shot-2010-04-28-at-4.17.01-PM-300x223.png" alt="" width="300" height="223" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 4: Conexão shell ao meu iPhone, executando comandos no aparelho remotamente</p></div>
<p>A função sftp, que é o meu foco nesta postagem, significa SSH File Transfer Protocol (ou Secure File Transfer Protocol). Através desta conexão, podemos transferir arquivos para o iPhone via wifi. O SFTP funciona como uma conexão comum de FTP, porém tem como padrão a porta 22 ao invés da 21.</p>
<p>Para estabelecer uma conexão pelo protocolo sftp, precisamos, em primeiro lugar, fazer com que o iPhone aceite as conexões solicitadas pelo computador. Abra o Cydia, instale o OpenSSH e reinicie o iPhone após o término da instalação.</p>
<div id="attachment_10577" class="wp-caption aligncenter" style="width: 210px"><a rel="attachment wp-att-10577" href="http://www.iblogeek.com/2010/04/conectando-ao-iphone-via-usb-ou-ssh.html/img_0215"><img class="size-medium wp-image-10577" title="IMG_0215" src="http://www.iblogeek.com/wp-content/uploads/2010/04/IMG_0215-200x300.png" alt="" width="200" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 5: OpenSSH, responsável por liberar a conexão via sftp no iPhone e iPod touch</p></div>
<p>No seu computador, baixe um cliente de FTP que tenha suporte ao protocolo SFTP. Eu utilizo o Transmit no Mac, mas existem diversos. Vou recomendar freewares. No Mac tem o Cyberduck (<a href="http://cyberduck.ch" onclick="urchinTracker('/outgoing/cyberduck.ch?referer=');">http://cyberduck.ch</a>/) e, no Windows, o WinSCP (<a href="http://winscp.net/eng/index.php" onclick="urchinTracker('/outgoing/winscp.net/eng/index.php?referer=');">http://winscp.net/eng/index.php</a>). Existem vários, basta procurar no Google por SFTP Client.</p>
<p>Agora que já está com o OpenSSH instalado no seu aparelho e um cliente de FTP com suporte a SFTP no seu computador, vamos estabelecer a conexão.</p>
<p>Primeiro, conecte o seu iPhone na mesma rede do seu computador. Lembrando que não tem problema se o seu computador estiver ligado diretamente ao roteador através do cabo. Só certifique se o iPhone está na rede wifi liberada pelo mesmo roteador sem fio.</p>
<p>Agora entre em Ajustes &#8211; Wi-Fi e clique na setinha azul correspondente à sua conexão. Anote o endereço IP do seu iPhone. Na imagem abaixo o meu IP é o 10.0.1.14, recebido através do Airport Extreme da Apple. Nos roteadores D-Link ou Linksys, a faixa de IP normalmente inicia com 192.168.0.X ou 192.168.1.X.</p>
<div id="attachment_10578" class="wp-caption aligncenter" style="width: 210px"><a rel="attachment wp-att-10578" href="http://www.iblogeek.com/2010/04/conectando-ao-iphone-via-usb-ou-ssh.html/img_0214-copy"><img class="size-medium wp-image-10578" title="IMG_0214 copy" src="http://www.iblogeek.com/wp-content/uploads/2010/04/IMG_0214-copy-200x300.png" alt="" width="200" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 6: Endereço IP do meu iPhone na rede wifi.</p></div>
<p>Abra o cliente de FTP com suporte ao protocolo SFTP e digite o IP do seu iPhone em Server/Servidor. Em User Name/Nome do Usuário, digite root. Na senha, digite alpine. Port/Porta: 22. Protocolo: SFTP. Clique em Connect/Conectar. Na primeira tentativa de conexão, é possível que apareça uma mensagem, perguntando se quer realmente conectar, pode clicar em sim.</p>
<div id="attachment_10579" class="wp-caption aligncenter" style="width: 309px"><a rel="attachment wp-att-10579" href="http://www.iblogeek.com/2010/04/conectando-ao-iphone-via-usb-ou-ssh.html/screen-shot-2010-04-28-at-4-49-58-pm"><img class="size-medium wp-image-10579" title="Screen shot 2010-04-28 at 4.49.58 PM" src="http://www.iblogeek.com/wp-content/uploads/2010/04/Screen-shot-2010-04-28-at-4.49.58-PM-299x216.png" alt="" width="299" height="216" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 7: Janela de nova conexão no Transmit</p></div>
<p>Lembro que root e alpine são <em>case sensitive</em>, ou seja, root é diferente de Root, que é diferente de RoOt. Outra coisa: a senha alpine é padrão da Apple. Se quiser alterar a senha padrão, algo recomendado (porém opcional), baixe o Terminal pelo Cydia, abra ele e digite:</p>
<pre style="padding-left: 30px;">su root</pre>
<p>Ele vai pedir a senha. Digite alpine e pressione enter. Por segurança, ao digitar, os caracteres não serão mostrados e o cursor vai piscar na mesma posição. Agora digite:</p>
<pre style="padding-left: 30px;">passwd</pre>
<p>Ele vai pedir a nova senha. Crie a senha, lembrando novamente que ela será <em>case sensitive</em>.</p>
<div id="attachment_10584" class="wp-caption aligncenter" style="width: 210px"><a rel="attachment wp-att-10584" href="http://www.iblogeek.com/2010/04/conectando-ao-iphone-via-usb-ou-ssh.html/img_0216"><img class="size-medium wp-image-10584" title="IMG_0216" src="http://www.iblogeek.com/wp-content/uploads/2010/04/IMG_0216-200x300.png" alt="" width="200" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 8: Alterando a senha do root pelo Terminal</p></div>
<div id="attachment_10580" class="wp-caption aligncenter" style="width: 309px"><a rel="attachment wp-att-10580" href="http://www.iblogeek.com/2010/04/conectando-ao-iphone-via-usb-ou-ssh.html/screen-shot-2010-04-28-at-4-50-19-pm"><img class="size-medium wp-image-10580" title="Screen shot 2010-04-28 at 4.50.19 PM" src="http://www.iblogeek.com/wp-content/uploads/2010/04/Screen-shot-2010-04-28-at-4.50.19-PM-299x216.png" alt="" width="299" height="216" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 9: Transmit conectado ao iPhone como root.</p></div>
<p>Pronto! Agora é possível enviar um arquivo do computador para o iPhone ou do iPhone para o computador.</p>
<p>Nos próximos tutoriais vamos utilizar essas conexões para diversos fins. Fiquem ligados!</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Entenda como o Android para iPhone foi possível [Parte 2 de 2]</title>
		<link>http://www.iblogeek.com/2010/04/entenda-como-o-android-para-iphone-foi-possivel-parte-2-de-2.html</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 00:45:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leo Borges</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na primeira parte da história, falei sobre o início do projeto Linux on the iPhone, que tem o hacker planetbeing como protagonista. Nos primeiros meses, de Junho a Outubro de 2008, planetbeing, com a ajuda de outros hackers, conseguiu os seguintes feitos: patchear a memória NOR do aparelho, fazer o driver do LCD funcionar, desenvolver [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Na <a href="http://www.iblogeek.com/2010/04/pt-12-entenda-como-o-android-para-iphone-foi-possivel.html">primeira parte da história</a>, falei sobre o início do projeto Linux on the iPhone, que tem o hacker planetbeing como protagonista. Nos primeiros meses, de Junho a Outubro de 2008, planetbeing, com a ajuda de outros hackers, conseguiu os seguintes feitos:</p>
<ul>
<li>patchear a memória NOR do aparelho,</li>
<li>fazer o driver do LCD funcionar,</li>
<li>desenvolver a primeira versão do modo gráfico do openiboot,</li>
<li>iniciar o iPhone em modo <em>command line</em>.</li>
</ul>
<p>Mesmo com esses avanços, ainda estava longe de conseguir uma versão compilada e funcional de um novo sistema operacional.<span id="more-10500"></span></p>
<p>Uma das limitações iniciais de trabalhar com o iPhone utilizando o iBoot no recovery mode era que ele impedia a recarga do aparelho enquanto plugado. Chegava um momento que a bateria simplesmente acabava. Ao reescrever o código do PMU, o openiboot começou a carregar a bateria, ajudando muito o processo. Agora o planetbeing podia ficar o tempo que quisesse ligado ao console do aparelho.</p>
<p>A conduta de programação era direcionar todo o conhecimento de ler e modificar arquivos img3 que ele tinha adquirido trabalhando com o iPhone Dev Team nos jailbreaks para o projeto Linux on the iPhone. O processo era carregar o img3 customizado com o openiboot através do iBoot do iPhone. Nesse processo ele conseguiu rodar o comando install do console e deixar o openiboot em um estágio permanente no bootloader chain. Ele iniciava como demonstrado na figura 1, dando as opções de iniciar no iPhone OS ou iniciar o openiboot no modo command-line. Como o planetbeing mesmo falou, &#8220;(&#8230;) instalar o openiboot não é muito útil, exceto para os hackers querendo hackear o openiboot&#8221;.</p>
<div id="attachment_10476" class="wp-caption aligncenter" style="width: 235px"><a rel="attachment wp-att-10476" href="http://www.iblogeek.com/2010/04/pt-12-entenda-como-o-android-para-iphone-foi-possivel.html/img_0045-jpg"><img class="size-medium wp-image-10476" title="IMG_0045.JPG" src="http://www.iblogeek.com/wp-content/uploads/2010/04/IMG_0045.JPG-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 1: primeira versão do modo gráfico do openiboot.</p></div>
<p>Depois disso, foi descoberta uma forma de analisar e modificar os bancos da NVRAM (que guardam variáveis do ambiente como &#8220;auto-boot&#8221;, dentre outras). Tudo isso ainda era bastante complicado e um passo errado poderia dar uma merda muito grande, se não tiver uma cópia da memória NOR original, como expliquei no <a href="http://www.iblogeek.com/2010/04/pt-12-entenda-como-o-android-para-iphone-foi-possivel.html">primeiro post</a> sobre o assunto. No início de novembro de 2008, planetbeing e CPICH estavam tentando fazer a memória NAND funcionar. Essa é a memória de armazenamento dos iPhones, com capacidades que hoje variam de 8gb a 32gb. O objetivo era ganhar muito mais espaço para trabalhar nos outros drivers e testar outras rotinas. Eles precisavam conseguir um dump da memória via USB, pois, sem isso, seria impossível ter os dois sistemas rodando simultaneamente na memória NAND. Enquanto isso, um novo menu foi criado pelo poorland e, <a href="http://linuxoniphone.blogspot.com/2008/11/boot-menus-so-far.html" onclick="urchinTracker('/outgoing/linuxoniphone.blogspot.com/2008/11/boot-menus-so-far.html?referer=');">dentre outras alternativas</a>, ele acabou sendo o oficial desde então.</p>
<div id="attachment_10501" class="wp-caption aligncenter" style="width: 197px"><a rel="attachment wp-att-10501" href="http://www.iblogeek.com/2010/04/entenda-como-o-android-para-iphone-foi-possivel-parte-2-de-2.html/52635277xy6"><img class="size-medium wp-image-10501" title="52635277xy6" src="http://www.iblogeek.com/wp-content/uploads/2010/04/52635277xy6-187x300.png" alt="" width="187" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 2: segunda versão do openiboot</p></div>
<p>O próximo passo veio com a ajuda do pumpkin, membro do iPhone Dev Team, que trabalhou pesadamente para derrubar o _FLTRestore, função mais complicada que ele tinha visto até então (iBoot 1.1.4). Pelas palavras do planetbeing, &#8220;pumpkin vai fazer com que a tarefa deixe de ser &#8216;completamente impossível&#8217; para virar &#8216;razoavelmente difícil&#8217;&#8221;. Com isso, planetbeing conseguiu escrever um arquivo chamado FTL_Open, enquanto o CPICH trabalhou no FTL_Read, que usava a estrutura de arquivos populada pelo FTL_Open. O FTL_Read foi responsável por fazer com que os arquivos na memória NAND fossem finalmente lidos. Com isso, o sistema de arquivos do firmware da Apple foi foi finalmente lido pelo pelo openiboot.</p>
<div id="attachment_10502" class="wp-caption aligncenter" style="width: 282px"><a rel="attachment wp-att-10502" href="http://www.iblogeek.com/2010/04/entenda-como-o-android-para-iphone-foi-possivel-parte-2-de-2.html/fs-works"><img class="size-medium wp-image-10502" title="FS works" src="http://www.iblogeek.com/wp-content/uploads/2010/04/FS-works-272x300.png" alt="" width="272" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 3: openiboot listando arquivos da partição do iTunes e depois extraindo o Kernel do iPhone</p></div>
<p>Depois de conseguir o feito no iPhone de primeira geração, ainda no início de novembro de 2008, planetbeing disse que o próximo passo seria portar o openiboot para o iPod touch de primeira geração e o iPhone 3G. Ao finalizar o processo, eles iniciaram o trabalho no kernel do Linux. No final de novembro, planetbeing anunciou que o kernel do Linux 2.6 tinha sido portado para a plataforma do iPhone, suportando as duas versões lançadas até o momento (2G e 3G), além da primeira geração do iPod touch. Apesar de pouca coisa funcionar naquele momento, já era possível afirmar que existia um sistema operacional alternativo funcionando no iPhone. No entando, eles só tinham conseguido o funcionamento do framebuffer driver, o driver serial, o driver serial através do USB e os interruptores, MMU, relógio e etc., mas ainda não tinham suporte à escrita na memória NAND, wifi, touchscreen, som, acelerômetro e suporte ao baseband. Abaixo o primeiro vídeo de demonstração do Linux em funcionamento no iPhone:</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="280" height="373" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=2373142&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="280" height="373" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=2373142&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: left;">O projeto seria distribuido da mesma forma que as incontáveis distros de linux eram encontradas na net. Os sistemas operacionais consistem em duas coisas básicas: a primeira é o kernel, que é responsável por gerenciar o hardware. A segunda é o userland, que contém informações como shells e outros UIs, gerenciadores de pacotes, ou seja, o software que vai ajudar os usuários a instalar e rodar os programas. Nesse momento ele tinha algumas opções em mente para o seu userland. Começando pelo Ubuntu, por ser uma distro bem popular e a mesma que o portland rodava em seu computador pessoal. A segunda opção era o Android, mas ele estava meio fora de cogitação por causa dos patches do kernel, que aparentemente eram <a href="http://mjg59.livejournal.com/100221.html" onclick="urchinTracker('/outgoing/mjg59.livejournal.com/100221.html?referer=');">bem bagunçados</a>. A terceira opção foi o Debian. Com o Debian, planetbeing conseguiu compilar programas no próprio iPhone, deixando o iPhone linux <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Auto-hospedagem" onclick="urchinTracker('/outgoing/pt.wikipedia.org/wiki/Auto-hospedagem?referer=');"><em>self-hosting</em></a>.</p>
<p style="text-align: left;">Em março de 2009 pH lançou o QuickOIB. Um instalador do openiboot que funcionava no Mac OS e Linux, criando a possibilidade de ir diretamente ao ambiente Linux sem precisar se preocupar com o openiboot, pois tudo era apagado após o reboot do sistema. Um ano depois, em março de 2010, planetbeing volta a público e traz um guia para portar o openiboot para outros aparelhos, através de engenharia reversa, baseado nos passos que ele descreveu. Vou brevemente citar cada um deles, para que se tenha uma idéia dos passos nos quais os hackers estão trabalhando neste momento para o funcionamento do Android nos outros gadgets da Apple:</p>
<ol>
<li>Descobrir como reiniciar o aparelho. No iPhone ele conseguiu através do cmd_reboot no iBoot.</li>
<li>Alterar as constantes em /includes/hardware/S5l8900.h para refletir o layout básico da memória no hardware.</li>
<li>Confirmar se o PeripheralPort em /includes/hardware/S5l900.h está no lugar correto.</li>
<li>Descobrir onde fica a configuração do registro do MIU e qual configuração vai ser feita no MIU para que o SDRAM seja mapeado para 0&#215;0.</li>
<li>Botar um comando reboot numa entrada inicial e mover ele pelo código enquanto debuga, até chegar ao código em C (OpenIBootStart). Esse é o primeiro grande passo.</li>
<li>Portar o clock.h, power.c, timer.c, interrupt.c e o codigo de manuseio do interrupt.</li>
<li>Portar o usb.c.</li>
<li>Portar o driver GPIO, para o funcionamento dos botões.</li>
<li>Portar o driver i2c, necessário para o pmu e LCD, dentre outras coisas.</li>
<li>Portar o driver pmu, necessário para controle do backlight.</li>
<li>Portar o driver SPI, usado pelo driver do LCD e do NOR.</li>
<li>Portar o driver NOR.</li>
<li>Portar o driver do LCD.</li>
<li>Portar o controlador DMA.</li>
<li>Portar o restante.</li>
</ol>
<p>Exatamente um mês depois de fazer o guia para portar o openiboot em outros aparelhos, planetbeing finalmente anunciou a primeira versão funcional do Android para o iPhone 2G, que aconteceu nesta quarta, 21/04/2010.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/5yO2KQHkt4A&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/5yO2KQHkt4A&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Muitas e muitas horas de trabalho foram dedicadas para chegar nesse estágio. Agora as coisas vão acontecer de forma muito mais rápida. Quase ninguém tinha interesse em ajudar o desenvolvimento do iPod linux enquanto não enxergavam uma ferramenta funcional e de uso <em>mainstream</em>. Agora, com o vídeo demonstando o iPhone de primeira geração rodando o Android OS, diversos desenvolvedores ofereceram ajuda para fazer o restante do trabalho. Como várias cabeças pensam melhor do que uma (esperamos que seja assim),  veremos novas versões do iDroid em breve, muito mais estáveis do que a atual, além da iminente chegada do sistema para outros aparelhos, como o iPod touch e iPhone 3G.</p>
<p>Agora que já sabe como o port do Android para o iPhone foi possível, acompanhe no iBlogeek os próximos passos.</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Cuidado com suposto untethered jailbreak para o 3.1.3</title>
		<link>http://www.iblogeek.com/2010/04/cuidado-com-suposto-untethered-jailbreak-para-o-3-1-3.html</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 00:26:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leo Borges</dc:creator>
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		<category><![CDATA[iPhone]]></category>
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		<description><![CDATA[Hoje saiu o thunderst0rm, novo aplicativo que, supostamente, faz o untethered jailbreak na versão 3.1.3 (para saber a diferença entre tethered e untethered jailbreak, leia este post). Não demorou muito tempo para a farsa ser descoberta. Além de não fazer o jailbreak do seu aparelho,  ele pode instalar spywares e coisas do tipo. Alguns rumores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Hoje saiu o <strong>thunderst0rm</strong>, novo aplicativo que, supostamente, faz o untethered jailbreak na versão 3.1.3 (para saber a diferença entre tethered e untethered jailbreak, <a href="http://www.iblogeek.com/2010/04/novo-na-cena-entenda-os-conceitos-basicos.html">leia este post</a>). Não demorou muito tempo para <a href="http://thebigboss.org/2010/04/25/thunderst0rm-is-fake-avoid" onclick="urchinTracker('/outgoing/thebigboss.org/2010/04/25/thunderst0rm-is-fake-avoid?referer=');">a farsa ser descoberta</a>.<span id="more-10521"></span></p>
<p>Além de não fazer o jailbreak do seu aparelho,  ele pode instalar spywares e coisas do tipo. Alguns rumores dizem que ele deleta vários arquivos do iTunes também. Um outro método, divulgado como <strong>turbosn0w2</strong>, também é fake.</p>
<div id="attachment_10522" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-10522" href="http://www.iblogeek.com/2010/04/cuidado-com-suposto-untethered-jailbreak-para-o-3-1-3.html/thunderst0rmiphone3-1-3jailbreak"><img class="size-medium wp-image-10522" title="Thunderst0rmiPhone3.1.3Jailbreak" src="http://www.iblogeek.com/wp-content/uploads/2010/04/Thunderst0rmiPhone3.1.3Jailbreak-300x205.jpg" alt="" width="300" height="205" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 1: Engenharia reversa feita no thunderst0rm, que só chama uma caixa de mensagem e não interage em momento algum com o aparelho.</p></div>
<p>Existem atualmente 2 exploits que funcionam no 3.1.3 e 3.2 (iPad). Um será lançado pelo hacker Comex, e se chamará &#8220;Spirit&#8221;. O outro será lançado pelo Geohot e provavelmente será mais um aplicativo da linha &#8220;ra1n&#8221;. Os dois estão trabalhando em conjunto, para que não sejam divulgados os 2 exploits em uma mesma versão do firmware.</p>
<p>Com isso eles pretendem que o jailbreak seja possível nas próximas 2 versões principais do iPhone OS, sem a necessidade de procurar por exploits adicionais.</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>[Atualizado] Desenvolvedores trabalham no port do iDroid em outros aparelhos</title>
		<link>http://www.iblogeek.com/2010/04/devs-trabalham-para-portar-o-idroid-a-outros-modelos-de-ipod-e-iphone.html</link>
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		<pubDate>Sun, 25 Apr 2010 02:57:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leo Borges</dc:creator>
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		<category><![CDATA[iPhone]]></category>
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		<description><![CDATA[Poucos dias depois da notícia que o Android OS foi portado para o iPhone de primeira geração, o hacker planetbeing trouxe mais informações sobre o andamento do projeto: O lançamento da primeira versão do Android OS para o iPhone despertou o interesse em diversos desenvolvedores, que entraram em contato com o planetbeing desde o anúncio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Poucos dias depois da notícia que o <a href="http://www.iblogeek.com/2010/04/android-e-portado-para-o-iphone.html">Android OS foi portado para o iPhone de primeira geração</a>, o hacker planetbeing trouxe mais informações sobre o andamento do projeto:</p>
<p>O lançamento da primeira versão do Android OS para o iPhone despertou o interesse em diversos desenvolvedores, que entraram em contato com o planetbeing desde o anúncio do iDroid 0.1 e já estão ajudando no desenvolvimento dos ports.<span id="more-10451"></span></p>
<p>Ele afirmou que existem desenvolvedores trabalhando nos seguintes aparelhos:</p>
<ul>
<li>iPhone 3G</li>
<li>iPod touch 1G</li>
<li>iPod touch 2G</li>
</ul>
<p>Para coordenar os esforços, foram criados alguns repos no GitHub. Para clonar o Android tree usando o repo tool do Google:</p>
<pre style="padding-left: 30px;">repo init -u git://github.com/planetbeing/platform_manifest.git -b 
android-sdk-1.6_r2-iphone</pre>
<p>Esse comando sincroniza com os repos principais do kernel.org para Android, que tenha qualquer mudança no código do planetbeing.</p>
<pre style="padding-left: 30px;">git://github.com/planetbeing/kernel_common.git branch android-2.6.32-iphone</pre>
<p>Kernel tree.</p>
<pre style="padding-left: 30px;">git://github.com/planetbeing/iphonelinux.git</pre>
<p>O openiboot/bootloader. Os novos hardwares suportados serão colocados aqui para depois serem portados ao kernel do Linux.</p>
<div><span style="color: #333233;">O iDroid 0.1a para iPhone de primeira geração pode ser baixado <a href="http://graphite.sandslott.org:4080/pub/idroid/idroid-release-0.1a.tar.bz" onclick="urchinTracker('/outgoing/graphite.sandslott.org_4080/pub/idroid/idroid-release-0.1a.tar.bz?referer=');">neste link</a>.</span></div>
<div><span style="color: #333233;"><br />
</span></div>
<div><strong>[Atualização]</strong> <span style="color: #333233;">Planetbeing <a href="http://twitter.com/planetbeing/status/12788555162" onclick="urchinTracker('/outgoing/twitter.com/planetbeing/status/12788555162?referer=');">afirmou hoje</a> que o iPhone 3GS, iPad e iPod touch de segunda geração não serão ports triviais, que precisarão de estudos complementares e nenhuma estimativa pode ser dada para o lançamento.</span></div>
<div><span style="color: #333233;"><br />
</span></div>
<div><span style="color: #333233;">Para entender como foi possível botar o iPhone para rodar o Android OS e as dificuldades para portar o sistema em outros aparelhos, <a href="http://www.iblogeek.com/2010/04/pt-12-entenda-como-o-android-para-iphone-foi-possivel.html">leia o artigo</a> em duas partes que estou fazendo sobre o assunto. </span></div>
</div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Entenda como o Android para iPhone foi possível [Parte 1 de 2]</title>
		<link>http://www.iblogeek.com/2010/04/pt-12-entenda-como-o-android-para-iphone-foi-possivel.html</link>
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		<pubDate>Sat, 24 Apr 2010 21:48:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leo Borges</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em Junho de 2008, foi anunciado oficialmente o início do projeto Linux on the iPhone, que contava com o planetbeing, hacker membro do iPhone Dev Team. O objetivo era portar o Linux para o iPhone OS, algo que já tinha sido feito em outros hardwares, como o iPod nano de primeira geração e os iPods [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Em Junho de 2008, foi anunciado oficialmente o início do projeto Linux on the iPhone, que contava com o planetbeing, hacker membro do iPhone Dev Team. O objetivo era portar o Linux para o iPhone OS, algo que já tinha sido feito em outros hardwares, como o iPod nano de primeira geração e os iPods clássicos, até a quinta geração, também conhecido como iPod video.<span id="more-10474"></span></p>
<p>Um mês depois planetbeing tinha feito alguns avanços com o openiboot. Até esse momento, ele tinha escrito um simples chainloader, que só inicializava os dispositivos e depois carregava o iBoot encontrado na memória NOR do aparelho.</p>
<p>Para quem não sabe o que significa a memória NOR:</p>
<blockquote><p><span style="font-weight: normal;">NOR é um chip que existe dentro dos iPods touch/iPhones que tem duas funções primárias: carregar as informações do aparelho (estado da bateria, firmware, bootloader, kernel, &#8230;) durante o Boot do mesmo. Os aplicativos (apps) quando são abertos, são processados pelo NOR, antes de serem processados pelo processador interno. A outra função é de trabalhar em conjunto com a Baseband, para flashear partes do sistema, como o Bootloader<br />
Fonte: pH &#8211; iBlogeek Wiki</span></p></blockquote>
<p>Os testes intensivos na memória fizeram com que planetbeing tentasse adicionar muitas imagens ao NOR, fazendo com que, acidentalmente, ele acabasse adicionando informações na área reservada do NVRAM, que aparece logo após o espaço reservado ao NOR. Nessa brincadeira ele apagou o SysCfg, IMG2 e parte do LLB. Nas palavras dele: “o equivalente a atirar em todos os seus orgãos vitais simultaneamente”.</p>
<p>Para sorte dele, ao iniciar os testes na memória NOR ele fez uma cópia da original, então conseguiu restaurar as informações contidas no SysCfg. Esse arquivo guarda informações essenciais, como o número serial do aparelho e outras informações únicas a respeito dele.</p>
<p>Em outubro de 2008, ele já estava debugando as comunicações feitas pela porta USB, mas teve alguns problemas com a conexão USB 2.0, então conseguiu um cabo que fazia com que fosse possível a comunicação via USB e serial ao mesmo tempo, o que ajudou muito na remoção dos bugs.</p>
<p>Nesse mês ele colocou o complicado driver do LCD para funcionar. Além disso, foi a primeira vez que conseguiu dar um boot com o openiboot e iniciar o projeto de criação do boot menu com imagens.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_10477" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-10477" href="http://www.iblogeek.com/2010/04/pt-12-entenda-como-o-android-para-iphone-foi-possivel.html/screenshot"><img class="size-medium wp-image-10477" title="Screenshot" src="http://www.iblogeek.com/wp-content/uploads/2010/04/Screenshot-300x244.png" alt="" width="300" height="244" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 1: Um dos primeiros boots com o openiboot.</p></div>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_10475" class="wp-caption aligncenter" style="width: 235px"><a rel="attachment wp-att-10475" href="http://www.iblogeek.com/2010/04/pt-12-entenda-como-o-android-para-iphone-foi-possivel.html/img_0042-jpg"><img class="size-medium wp-image-10475" title="IMG_0042.JPG" src="http://www.iblogeek.com/wp-content/uploads/2010/04/IMG_0042.JPG-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 2: openiboot com o driver do LCD em funcionamento.</p></div>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_10476" class="wp-caption aligncenter" style="width: 235px"><a rel="attachment wp-att-10476" href="http://www.iblogeek.com/2010/04/pt-12-entenda-como-o-android-para-iphone-foi-possivel.html/img_0045-jpg"><img class="size-medium wp-image-10476" title="IMG_0045.JPG" src="http://www.iblogeek.com/wp-content/uploads/2010/04/IMG_0045.JPG-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 3: primeira versão do modo gráfico do openiboot.</p></div>
<p>O menu de boot encontrado na figura 3 funcionava da seguinte forma: o botão sleep funcionava para alternar entre o iPhone OS e o console do openiboot, que dava acesso a interface via command-line, como na figura 2. O botão home fazia a seleção do sistema.</p>
<p>Foi ainda em outubro de 2008 que encontramos a primeira referência a um possível port do Android, feita em uma postagem do planetbeing: “(&#8230;) yes, I&#8217;m aware of Android and their source release and yes, I know what you&#8217;re thinking”. Ainda na postagem, ele responde a uma pessoa que pergunta se “ele tentou fazer o que estamos pensando” que “rodar o android no iPhone não é algo que você simplesmente ‘sai tentando’ por um fim de semana”.</p>
<p>Ao receber muitas perguntas de pessoas que demonstravam não entender do que se tratava portar um sistema operacional para um dispositivo, planetbeing desabafou em uma postagem: “as pessoas acham que é só escrever, tipo, um menu de boot, para poder enfiar o Android, Windows ou qualquer coisa dentro de um aparelho, só porque temos um menu de opções para eles”.</p>
<p>Justificando o fato, ele explicou que para um sistema operacional rodar em um dispositivo, o código deve ter sido desenvolvido para o processador correto (x86, ARM, PPC). Além disso, deve interagir com o hardware de forma esperada e desejada.</p>
<p>Naquela época existiam versões do Linux compiladas em ARM (que o iPhone usava), existiam até versões do Windows Mobile que eram compiladas em ARM. Mas não adiantava nada ter os sistemas compilados se o código não consegue interagir com o hardware, pois não era uma interação simples, como botar o driver wifi para funcionar, mas uma interação low-level, de forma que impossibilitava a inicialização do sistema porque não era possível descomprimí-lo na memória RAM de forma adequada.</p>
<p>No <a href="http://www.iblogeek.com/2010/04/pt-12-entenda-como-o-android-para-iphone-foi-possivel.html">próximo post</a>, continuo a história que trouxe o Android para o Linux, falando sobre os passos seguintes que tornaram o fato possível.</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Novo na cena? Entenda os conceitos básicos</title>
		<link>http://www.iblogeek.com/2010/04/novo-na-cena-entenda-os-conceitos-basicos.html</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 22:48:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leo Borges</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Última edição: 22 de abril de 2010]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Todo mundo passa por isso um dia: chegamos em casa com um aparelho novo, sabemos que existem umas coisas como jailbreak e unlock, não sabemos exatamente pra que funciona cada um, nem suas vantagens e muito menos o que fazer. O objetivo deste artigo é familiarizar os novos usuários com termos que serão recorrentes a partir de agora.</p>
<p><span id="more-10395"></span></p>
<h2>Firmware:</h2>
<p>O firmware do aparelho é um pacote que contém todas as informações necessárias para o seu funcionamento. Contém dados essencias, como drivers, iPhone OS, atualizações de baseband, etc.</p>
<h6 style="text-align: center;">
<div id="attachment_10413" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-10413" href="http://www.iblogeek.com/2010/04/novo-na-cena-entenda-os-conceitos-basicos.html/screen-shot-2010-04-22-at-11-28-19-am"><img class="size-medium wp-image-10413" title="Screen shot 2010-04-22 at 11.28.19 AM" src="http://www.iblogeek.com/wp-content/uploads/2010/04/Screen-shot-2010-04-22-at-11.28.19-AM-300x271.png" alt="" width="300" height="271" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 1: ícone do arquivo de firmware, com extensão .ipsw</p></div></h6>
<h2>Baseband:</h2>
<p>A Baseband é uma placa no interior do iPhone (não existe Baseband nos iPods touch) que é responsável por toda a comunicação que o Software do iPhone precise fazer com a antena do aparelho. Ela é usada, por exemplo, para ligar o iPhone a torre de celulares da sua operadora, um processo que exige a utilização da antena do aparelho. O iPhone 3G, por exemplo, tem como Baseband o chip X-Gold 608. O unlock (desbloqueio) atua na Baseband.</p>
<p style="text-align: center;">
<p><div id="attachment_10412" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-10412" href="http://www.iblogeek.com/2010/04/novo-na-cena-entenda-os-conceitos-basicos.html/s-gold3h-chip"><img class="size-medium wp-image-10412" title="s-gold3h-chip" src="http://www.iblogeek.com/wp-content/uploads/2010/04/s-gold3h-chip-300x241.png" alt="" width="300" height="241" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 2: baseband processor encontrado no iPhone 3G e iPhone 3GS</p></div>
<h2>Firmware <em>versus</em> Baseband:</h2>
<p>Na maioria das vezes que a Apple libera um novo update de firmware, o pacote, que vem compactado em um arquivo de extensão IPSW, traz também a atualização do baseband. Como o desbloqueio do iPhone só funciona com algumas poucas versões do baseband, normalmente utilizamos um programa que monta um firmware customizado, sem a atualização do baseband incluso. Um exemplo é o PwnageTool, programa do iPhone Dev Team que pega o firmware original da Apple e injeta os códigos de jailbreak e remove a atualização do baseband.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_10414" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-10414" href="http://www.iblogeek.com/2010/04/novo-na-cena-entenda-os-conceitos-basicos.html/pwnage-tool-4"><img class="size-medium wp-image-10414" title="pwnage-tool-4" src="http://www.iblogeek.com/wp-content/uploads/2010/04/pwnage-tool-4-300x267.png" alt="" width="300" height="267" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 3: Opção do PwnageTool de remover a atualização do baseband ao atualizar o firmware</p></div>
<h2><strong>Jailbreak:</strong></h2>
<p>Quando comprei meu iPod touch de primeira geração, ele estava na primeira versão do firmware, 1.1.1. Na época, jailbreak era algo super simples, bastava entrar em um site pelo Safari (jailbreakme.com) e aplicar um patch que utilizava um exploit através de um arquivo de imagem. De lá pra cá, muita coisa mudou, outras gerações foram lançadas, novos hackers entraram na cena, mas o objetivo continua o mesmo: jailbreak e unlock.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_10415" class="wp-caption aligncenter" style="width: 210px"><a rel="attachment wp-att-10415" href="http://www.iblogeek.com/2010/04/novo-na-cena-entenda-os-conceitos-basicos.html/jailbreakme-jpg"><img class="size-medium wp-image-10415" title="jailbreakme.jpg" src="http://www.iblogeek.com/wp-content/uploads/2010/04/jailbreakme.jpg-200x300.png" alt="" width="200" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 4: Página da web que fazia o jailbreak na versão 1.1.1 do firmware</p></div>
<p>O que seria o jailbreak? Analisando a palavra ao pé da letra, ela chega ao português como algo perto de &#8220;fuga da prisão&#8221;, referência direta ao fato da Apple bloquear diversos APIs para os desenvolvedores utilizarem em seus aplicativos. Quando o primeiro jailbreak surgiu, o SDK nem tinha sido lançado. A App Store não existia nem como rumor. Nessa época, quem comprava um iPod touch ou iPhone ficava limitado aos aplicativos nativos do iPhone OS 1.x ou aos WebApps, acessados via Safari.</p>
<div id="attachment_10416" class="wp-caption aligncenter" style="width: 234px"><a rel="attachment wp-att-10416" href="http://www.iblogeek.com/2010/04/novo-na-cena-entenda-os-conceitos-basicos.html/0706iphone-main1"><img class="size-medium wp-image-10416" title="0706iphone-main1" src="http://www.iblogeek.com/wp-content/uploads/2010/04/0706iphone-main1-224x300.png" alt="" width="224" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 5: Aplicativos disponíveis no iPhone OS 1.0.1</p></div>
<p>Cansados dessas limitações e sabendo das possibilidades dos aparelhos, hackers se juntaram para fazer o primeiro jailbreak, que, de forma simples, é o processo de aplicação de um código não autorizado pela Apple na partição de boot do aparelho, dando permissão de root (ou administrador) ao usuário para total acesso ao sistema. Para o usuário final, eu e você, ao fazer o jailbreak na versão 1.x, aparecia um ícone novo no Springboard (desktop do iPhone/iPod) chamado <em>Installer</em>. Através do Installer era possível instalar aplicativos nativos, mesmo sem a existência da App Store.</p>
<div id="attachment_10417" class="wp-caption aligncenter" style="width: 210px"><a rel="attachment wp-att-10417" href="http://www.iblogeek.com/2010/04/novo-na-cena-entenda-os-conceitos-basicos.html/b49f_1323"><img class="size-medium wp-image-10417" title="b49f_1323" src="http://www.iblogeek.com/wp-content/uploads/2010/04/b49f_1323-200x300.png" alt="" width="200" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 6: Springboard do iPhone 1.1.1, com jailbreak e Installer.app instalado</p></div>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_10418" class="wp-caption aligncenter" style="width: 210px"><a rel="attachment wp-att-10418" href="http://www.iblogeek.com/2010/04/novo-na-cena-entenda-os-conceitos-basicos.html/installer-app-screenshot"><img class="size-medium wp-image-10418" title="installer-app-screenshot" src="http://www.iblogeek.com/wp-content/uploads/2010/04/installer-app-screenshot-200x300.png" alt="" width="200" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 7: Installer.app em funcionamento.</p></div>
<p>A partir da versão 2.x do firmware, o Installer foi perdendo espaço para o recém chegado <em>Cydia</em>. Desenvolvido pelo Jay Freeman (Saurik), o Cydia utilizava um novo formato de instalação e atualização, baseado nas instalações de pacote da distribuição do linux Debian. Para quem não sabe, assim como o Mac OS X, o iPhone OS também é desenvolvido em cima de um kernel baseado em Unix, então temos uma boa compatibilidade entre as plataformas.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_10419" class="wp-caption aligncenter" style="width: 210px"><a rel="attachment wp-att-10419" href="http://www.iblogeek.com/2010/04/novo-na-cena-entenda-os-conceitos-basicos.html/cydia-jpg"><img class="size-medium wp-image-10419" title="cydia.jpg" src="http://www.iblogeek.com/wp-content/uploads/2010/04/cydia.jpg-200x300.png" alt="" width="200" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 8: Primeira versão do Cydia, disponibilizado para o firmware 2.0</p></div>
<p>Atualmente existem alguns instaladores de aplicativos não autorizados pela Apple, mas o principal e mais estável ainda é o Cydia.</p>
<p>Para ter o Cydia instalado no seu aparelho, é necessário utilizar uma ferramenta de jailbreak. Para isso, é necessário saber o modelo do seu aparelho e a versão do seu firmware, pois cada versão possui uma peculiaridade. Para visualizar a versão atual do seu firmware, entre em Ajustes &#8211; Geral &#8211; Sobre e veja o campo Versão. Na versão em Inglês, entre em Settings &#8211; General &#8211; About e veja o campo Version. Agora que já sabe a sua versão, pesquise a melhor forma de fazer o jailbreak.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_10426" class="wp-caption aligncenter" style="width: 210px"><a rel="attachment wp-att-10426" href="http://www.iblogeek.com/2010/04/novo-na-cena-entenda-os-conceitos-basicos.html/img_0210-2"><img class="size-medium wp-image-10426" title="IMG_0210" src="http://www.iblogeek.com/wp-content/uploads/2010/04/IMG_02101-200x300.png" alt="" width="200" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 9: versão do firmware utilizado atualmente no meu iPhone, 3.1.2</p></div>
<p><strong>Dica importante</strong>: caso tenha interesse em jailbreak, <strong>nunca</strong> atualize o seu firmware antes de confirmar se existe um método para a versão mais nova.</p>
<p>Alguns softwares que fazem o jailbreak atualmente: PwnageTool, redsn0w e blackra1n.</p>
<h2><strong>Jailbreak Tethered x Untethered: entenda as diferenças</strong></h2>
<p>No lançamento do iPod touch 2G, a Apple bloqueou os acessos antigos à partição de boot do aparelho (iBoot). Com isso, os hackers perderam a brecha disponível no sistema para aplicar o exploit que permitia o jailbreak no aparelho. Os desenvolvedores encontraram uma forma de fazer o jailbreak, mas, para isso o aparelho precisava estar conectado a um computador toda vez que o iPod era reiniciado.</p>
<p>Então esse é o conceito de Tethered Jailbreak: seu aparelho pode ser patcheado normalmente com um exploit de jailbreak, porém ele depende de um computador para forçar o boot do firmware modificado. Neste caso, seu aparelho funcionará normalmente. Você pode botar ele normalmente em standby e todas as suas funções. A única intervenção será no momento que acabar a bateria ou quando você desligar o aparelho através do &#8220;slide to power off&#8221;. Ao ligar novamente, aparecerá na tela do aparelho o ícone do iTunes com o dock connector, pois o firmware instalado não foi reconhecido. Nesse momento, você liga o aparelho no computador e roda um software (como o blackra1n) para ele aplicar o patch e forçar o iPod/iPhone iniciar no modo jailbroken.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_10421" class="wp-caption aligncenter" style="width: 210px"><a rel="attachment wp-att-10421" href="http://www.iblogeek.com/2010/04/novo-na-cena-entenda-os-conceitos-basicos.html/iphone_recovery_mode"><img class="size-medium wp-image-10421" title="iphone_recovery_mode" src="http://www.iblogeek.com/wp-content/uploads/2010/04/iphone_recovery_mode-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 10: iPhone/iPod touch no recovery mode. No tethered jailbreak, é necessário plugar no computador e rodar um aplicativo como o blackra1n</p></div>
<p>O Untethered Jailbreak é o jailbreak completo, sem a necessidade de intervenção do usuário através de um outro dispositivo, pois a partição de boot foi patcheada de forma que o aparelho não perceba a diferença do firmware modificado.</p>
<h2><strong>Unlock:</strong></h2>
<p>O primeiro iPhone foi um sucesso mundial desde o dia em que Steve Jobs mostrou ao público pela primeira vez. Ao anunciar o iPhone de primeira geração, ele explicou que houve um grande investimento por parte da operadora americana AT&amp;T para que o gadget funcionasse perfeitamente. Por isso, todos os iPhones lançados seriam vinculados à AT&amp;T, inclusive obrigando os compradores a assinarem um contrato de dois anos com a operadora. O iPhone de primeira geração foi focado nos Estados Unidos, não existiam planos até então de uma expansão mundial.</p>
<p>Muitas pessoas ao redor do mundo (e outras que moravam nos Estados Unidos, mas que não queriam ter um vínculo com a AT&amp;T) começaram a se mobilizar para encontrar uma forma de desbloquear o iPhone para funcionar em todas as operadoras. E conseguiram! Surgiu o primeiro unlock de iPhones, feito pelo BootNeuter, ferramenta que executava um exploit do baseband do aparelho, fazendo com que ele funcionasse em diversas operadoras.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_10422" class="wp-caption aligncenter" style="width: 210px"><a rel="attachment wp-att-10422" href="http://www.iblogeek.com/2010/04/novo-na-cena-entenda-os-conceitos-basicos.html/iphone_bootneuter"><img class="size-medium wp-image-10422" title="iphone_bootneuter" src="http://www.iblogeek.com/wp-content/uploads/2010/04/iphone_bootneuter-200x300.png" alt="" width="200" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 11: BootNeuter, app responsável pelo desbloqueio do iPhone de primeira geração</p></div>
<p>Com a chegada do iPhone 3G, a Apple iniciou o projeto de exportação e lançamento em outros países. Muitos deles, diferente do Brasil, foram firmadas parcerias com exclusividade de apenas uma operadora, como acontecia nos Estados Unidos. Em poucos países, como Itália e Bulgária, o iPhone vinha desbloqueado de fábrica. Para contornar a situação, no dia 31 de dezembro de 2008 foi lançado a primeira versão do yellowsn0w, ferramenta do iPhone Dev Team responsável pela injeção de um exploit no baseband a fim de liberar o seu uso para todas as operadoras.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_10423" class="wp-caption aligncenter" style="width: 210px"><a rel="attachment wp-att-10423" href="http://www.iblogeek.com/2010/04/novo-na-cena-entenda-os-conceitos-basicos.html/yellowsn0w"><img class="size-medium wp-image-10423" title="yellowsn0w" src="http://www.iblogeek.com/wp-content/uploads/2010/04/yellowsn0w-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 12: página de instalação do yellowsn0w pelo Cydia</p></div>
<p>Como a briga de gato e rato nunca termina, em praticamente todas as novas versões de firmware a Apple libera uma atualização do baseband, bloqueando a brecha antes existente para o funcionamento do exploit de desbloqueio. <strong>Essa é a razão pela qual devemos ter muito cuidado quando uma nova versão de firmware é liberada</strong><strong>:</strong> caso o seu aparelho for bloqueado para a sua operadora e você depender de uma ferramenta de desbloqueio, nunca atualize o seu firmware sem antes consultar a possibilidade de jailbreak e unlock na versão.</p>
<p>Uma atualização no firmware sem a utilização de um firmware customizado (sem a atualização do baseband inclusa) pode fazer com que o seu iPhone se transforme em um iPod touch com câmera. Então tenha muito cuidado e preste muita atenção antes de fazer qualquer alteração no seu iPhone OS.</p>
<p>O que eu normalmente faço é atualizar o meu firmware através do PwnageTool, gerando um firmware customizado, sem a atualização do baseband. Como vocês podem ver na figura 13, o meu iPhone atualmente está na versão 3.1.2, mas, ao invés do baseband estar na versão equivalente ao firmware, que seria a 05.11.07, eu mantive ele na versão 04.26.08, originalmente do firmware 3.0.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_10426" class="wp-caption aligncenter" style="width: 210px"><a rel="attachment wp-att-10426" href="http://www.iblogeek.com/2010/04/novo-na-cena-entenda-os-conceitos-basicos.html/img_0210-2"><img class="size-medium wp-image-10426" title="IMG_0210" src="http://www.iblogeek.com/wp-content/uploads/2010/04/IMG_02101-200x300.png" alt="" width="200" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 13: Meu iPhone com firmware 3.1.2 e baseband encontrado no firmware 3.0. Usei o PwnageTool para remover a atualização de baseband do firmware 3.1.2</p></div>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_10427" class="wp-caption aligncenter" style="width: 210px"><a rel="attachment wp-att-10427" href="http://www.iblogeek.com/2010/04/novo-na-cena-entenda-os-conceitos-basicos.html/img_0027"><img class="size-medium wp-image-10427" title="IMG_0027" src="http://www.iblogeek.com/wp-content/uploads/2010/04/IMG_0027-200x300.png" alt="" width="200" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 14: iPhone 3GS com firmware 3.1.2 e baseband encontrada no próprio firmware, 05.11.07</p></div>
<p>Para o firmware 3.x, existem 2 opções de unlock atualmente: o ultrasn0w e blacksn0w.</p>
<h2><strong>Utilizando e atualizando aparelhos jailbroken e desbloqueados</strong></h2>
<p>Para vocês terem uma idéia de como funciona isso no dia-a-dia, no meu aparelho, que veio na versão 2.0, apliquei a atualização do 2.2 com o lançamento do yellowsn0w, fiz o jailbreak utilizando o PwnageTool e instalei o yellowsn0w através do Cydia, conectado a uma rede wifi. Um detalhe: quando utilizamos o PwnageTool para criar um custom firmware, mantemos o baseband na versão anterior. Se eu tivesse feito a atualização do meu firware diretamente com o firmware 2.2 custom (modificado) pelo PwnageTool, eu atualizaria o sistema operacional, mas não atualizaria o baseband. Como o yellowsn0w tinha sido feito para funcionar com o baseband 02.28.00, encontrado no firmware da versão 2.2, não tive problemas em fazer a atualização com o firmware original da Apple.</p>
<p>Ao atualizar para versões mais novas, eu utilizei o PwnageTool para criar um custom firmware e restaurei o firmware do meu iPhone com o firmware custom diretamente, para não ganhar a atualização do baseband e, com isso, perder o funcionamento do meu iPhone, que é americano e bloqueado para funcionar apenas com a AT&amp;T. Quando saiu o ultrasn0w, para o baseband 04.26.08, encontrado no firmware 3.0, eu atualizei normalmente o firmware pelo iTunes e usei o redsn0w para fazer o jailbreak. Com ele jailbroken, instalei o ultrans0w pelo Cydia.</p>
<p>Atualmente o meu firmware está na versão 3.1.2. Todas as atualizações e restores que fiz desde a versão 3.0, foi utilizando o PwnageTool e firmwares customizados, para não perder meu desbloqueio. Geohot lançou uma ferramenta para unlock do baseband 05.11.07, encontrado no firmware 3.1.2 original. Eu posso utilizar o firmware para fazer o update pelo iTunes e atualizar meu baseband. Nesse caso, existe um detalhe importante: a versão atual do firmware é 3.1.3. Se eu entrar no iTunes e atualizar, meu firmware irá para a versão 3.1.3 e o baseband para a versão 05.12.01, inabilitando o desbloqueio do meu telefone até algum hacker conseguir invadir a nova versão do baseband. Se conseguir. Se eu quiser manter ele com o firmware 05.11.07 e versão 3.1.3, tenho que baixar o firmware 3.1.2 na net e fazer o restore via iTunes pressionando Alt no Mac (shift no Windows) e selecionando o firmware. Depois, baixo o firmware 3.1.3 na net, aplico o PwnageTool para remover a atualização do baseband, gero o custom firmware e dou um restore desse custom firmware pelo iTunes.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Se o seu iPhone for brasileiro e você utilizar apenas a operadora em que ele está bloqueado, o processo de unlock é desnecessário, assim como os cuidados com as versões dos basebands. O único cuidado que você deve ter, nesse caso, é de não atualizar o firmware enquanto não saia uma versão do jailbreak para a versão mais nova do firmware. Os usuários que necessitam do unlock para o funcionamento do aparelho, devem ter muito cuidado com atualizações. Inicialmente porque não é possível efetuar o unlock via software com o firmware sem jailbreak. Segundo (e principalmente) porque se a atualização do firmware trouxer consigo uma atualização do baseband, é bem possível que você tenha que usar outro celular por um bom tempo, pois os exploits para basebands novos demoram muito mais tempo para sair do que os jailbreaks. E nunca saem para todas as versões, apenas em algumas.</p>
<p>Última edição: 22 de abril de 2010</p>
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		<title>Dev Team libera redsn0w 0.9.5 BETA</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 16:16:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leo Borges</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O iPhone Dev Team liberou uma versão beta do redsn0w 0.9.5 focado nos desenvolvedores de jailbroken apps. O aplicativo utiliza o mesmo exploit (pwnage2 DFU-mode), que eles utilizam desde a versão 2.x. Descartando os rumores que andaram circulando pela net, nenhuma novidade foi revelada à Apple e ele não é aplicável ao iPad. Lembre que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>O iPhone Dev Team liberou uma versão beta do redsn0w 0.9.5 <strong>focado nos desenvolvedores de jailbroken apps</strong>. O aplicativo utiliza o mesmo exploit (pwnage2 DFU-mode), que eles utilizam desde a versão 2.x. Descartando os rumores que andaram circulando pela net, nenhuma novidade foi revelada à Apple e ele não é aplicável ao iPad. Lembre que a atualização para o firmware 4.0 em um iPhone que necessita do yellowsn0w, ultrasn0w ou blacksn0w é problema na certa. A atualização do baseband vai deixar o seu iPhone sem a função de telefone.<span id="more-8263"></span></p>
<p>O foco do lançamento é fazer com que os desenvolvedores ganhem tempo para portar seus apps, mas mesmo assim muita coisa está bugada, como o mobile terminal, que nem chega a funcionar ainda. Além disso, essa versão do redsn0w não efetua o hactivation. Então,<strong> é necessário um UDID de desenvolvedor da Apple para passar da tela de ativação</strong>.</p>
<p>O iPhone Dev Team recomenda que qualquer pessoa que não se enquadre na categoria de desenvolvedor portando softs para a versão 4.0, deve continuar utilizando a <a href="http://wikee.iphwn.org/howto:rs9" onclick="urchinTracker('/outgoing/wikee.iphwn.org/howto_rs9?referer=');">versão anterior do redsn0w</a>, compatível com os firmwares 3.0 ao 3.1.3.</p>
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		<title>iBlogeek mobile de volta</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 14:39:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leo Borges</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A versão do iBlogeek otimizada para visualizacão no mobile Safari em iPods e iPhones está de volta. Mesmo tendo ela durante todo esse tempo, tinha desabilitado a função porque não estava com tempo de traduzir o plugin mais atual para pt-BR. Agora, se acessado do iPhone ou iPod touch, o iBlogeek será renderizado novamente em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>A versão do iBlogeek otimizada para visualizacão no mobile Safari em iPods e iPhones está de volta.</p>
<p>Mesmo tendo ela durante todo esse tempo, tinha desabilitado a função porque não estava com tempo de traduzir o plugin mais atual para pt-BR. Agora, se acessado do iPhone ou iPod touch, o iBlogeek será renderizado novamente em sua versão otimizada.<span id="more-8253"></span></p>
<p><a rel="attachment wp-att-8255" href="http://www.iblogeek.com/2010/04/iblogeek-mobile-de-volta.html/screen-shot-2010-04-20-at-11-45-54-am"><img class="aligncenter size-full wp-image-8255" title="Screen shot 2010-04-20 at 11.45.54 AM" src="http://www.iblogeek.com/wp-content/uploads/2010/04/Screen-shot-2010-04-20-at-11.45.54-AM.png" alt="" width="414" height="770" /></a></p>
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		<title>Programando em Ruby no iPhone OS</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 20:43:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Jailbreak]]></category>
		<category><![CDATA[Ruby]]></category>

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		<description><![CDATA[Recentemente, para mim, um dos aplicativos mais úteis do Cydia é um hack para rodar scripts em Ruby no iPhone OS. Esse hack faz com que o seu iPhone faça tudo o que o seu computador faz em relação a Ruby: rodar scripts (não, ele não compila arquivos porque Ruby é dinâmico), rodar o terminal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p style="clear: both;"><a class="image-link" href="http://www.iblogeek.com/wp-content/uploads/2009/10/20080703-mqpqqhdk4e49x3yhhb8t2g9rjg.jpg"><img class="linked-to-original" style="text-align: center; display: block; margin: 0 auto 10px;" src="http://www.iblogeek.com/wp-content/uploads/2009/10/20080703-mqpqqhdk4e49x3yhhb8t2g9rjg-thumb.jpg" alt="" width="255" height="445" /></a>Recentemente, para mim, um dos aplicativos mais úteis do Cydia é um hack para rodar scripts em Ruby no iPhone OS.</p>
<p style="clear: both;">Esse hack faz com que o seu iPhone faça tudo o que o seu computador faz em relação a Ruby: rodar scripts (não, ele não compila arquivos porque Ruby é dinâmico), rodar o terminal Ruby (também conhecido como Interactive Ruby Shell, ou IRB), &#8230;</p>
<p style="clear: both;">Muita gente não sabia que isso era possível, mas, na verdade, é. Também é possível encontrar no Cydia o RubyGems, que permite a instalação de Gems (o equivalente a bibliotecas no jargão de C e outras linguagens).</p>
<p style="clear: both;"><strong>É bom ressaltar que não existe nenhuma interface gráfica para mexer nesses programas. Você deve usar o Mobile Terminal ou fazer um acesso por SSH (instalando o OpenSSH) no seu aparelho para poder utilizar as dicas dadas nesse post.</strong><strong><br />
</strong></p>
<p style="clear: both;">Até a próxima!</p>
<p style="clear: both;"><em>[Obrigado ao NerveGas por portar o Ruby para o iPhone!]</em></p>
<p><br class="final-break" style="clear: both;" /></p>
</div>]]></content:encoded>
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